segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Paticipe do Nosso Sorteio!

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Tecnologia ajuda na vida do idoso

Sempre falamos que a prevenção é a solução, a tecnologia ajuda muito a vida do idoso.
O uso de sensores pode ser um bom jeito de prevenir queda de idosos
A causa é nobre: quedas são comuns e potencialmente graves na terceira idade.


Acima: sensor de queda, dispara automaticamente assim que a pessoa sofre uma queda.

Leia a matéria na íntegra: https://tecnoblog.net/200535/tecnologia-prevencao-queda-idosos/


Os avós que cuidam dos seus netos deixam marcas permanentes em suas almas

Há pessoas que são pontos cardeais, que levam os nossos sentimentos e emoções à sua intensidade máxima. Os avós são exemplos dessas pessoas, pessoas únicas, afetuosas e inesquecíveis.
Eles simbolizam uma união que é gerada nos olhares de cumplicidade, no jogo permissivo e compreensivo de um consentimento sem tamanho que chateia os pais.
Eles são as nossas memórias cheias de prazer, diversão e ternura. Histórias cheias de reviravoltas inesperadas, cabelos brancos bagunçados pelo vento e olhos que brilham ao sol durante um passeio em que se sente o calor das mãos que transmitem só amor e compreensão.
O maior e melhor presente: as raízes que criam uma marca emocional inapagável no coração dos seus netos com o seu cheiro de segredos compartilhados, de pequenos detalhes, de dedicação, respeito e incondicionalidade.
 

Os avós são doutorados em amor

O modo como os avós educam traz importantes benefícios para uma criança. Porquê? Porque os avós que cuidam dos seus netos transmitem-lhes diversos ensinamentos:

  • Passatempos como caminhar, cuidar das plantas, cozinhar, etc.
  • Tradições e histórias familiares: as crianças ficam impressionadas ao saber que os seus pais foram pequenos um dia.
  • Canções, jogos e contos de antigamente que estão cheios de beleza e ensinamentos.
Por outro lado, tanto a sua posição familiar como a sua experiência de vida acumulada garantem um modo de criação que é muito positivo para as crianças. Isso acontece desta forma porque os avós tendem a:
  • Ter mais paciência e stressar-se menos no dia a dia. Isso permite-lhes serem mais afectuosos com as crianças e mostrarem-lhes de maneira constante um interesse afectivo através de uma relação empática.
  • A comunicação emocional é um pilar básico que permite aos netos sentirem-se muito mais compreendidos pelos seus avós do que pelos seus pais.
  • Corrigir com os seus netos os erros que cometeram com os seus filhos e, portanto, dar uma visão aos pais sobre certos aspectos.
  • Ao mesmo tempo os avós são muito menos críticos e focam mais em coisas boas do que em coisas ruins, destacando assim os pontos fortes da criança mais do que os seus pontos fracos.
  • Outra bonita característica do modo de educar dos avós é que eles ajudam os netos a adquirir independência dos pais, assim como a socializarem com pessoas de diferentes idades.
  • Muitas vezes os avós fazem o papel de advogados das crianças, servindo assim de ponte para validar sentimentos e resolver complicações que criam obstáculos na convivência e na comunicação entre pais e filhos.
  • Diante de uma situação de crise e instabilidade familiar como pode ser uma separação, os avós são um apoio emocional indispensável aos netos.
Mas não só os avós deixam marcas no coração, os netos também trazem vitalidade, alegria e apoiam os seus avós de maneira muito importante. Cuidar dos netos significa para os avós redescobrir o lado surpreendente do mundo, a inocência e o amor mais incondicional.
Às vezes os pais podem sentir que os avós estão a roubar o seu papel de protagonistas, que se excedem dando às crianças tudo o que elas querem sem nunca lhes dizerem não. Nada mais longe da verdade, pois cada um tem o seu lugar e o seu papel na vida da criança.
É verdadeiramente impressionante o amor que as crianças absorvem com as guloseimas, os melhores presentes, os jantares favoritos, as quatro comidas diferentes para quatro crianças diferentes, a lembrancinha repentina e as piscadelas de cumplicidade.
A princípio, com esse histórico, pode-se pensar que as crianças gostam dos seus avós pelo que estes lhes dão e não por quem são, mas os netos gostam na verdade das tardes com os seus avós pelo que eles significam.
Entre outras coisas porque desviam das regras com amor, com cuidado e carinho. Porque a forma de se lembrar de cada detalhe e cada momento faz da infância um lugar único e especial. E porque são os reis que nunca vão ser destronados.
O amor dos avós pelos seus netos é tão imenso que não podem evitar demonstrá-lo de todas as formas possíveis. Cozinhando, com presentes, com doces, com a presença, com os beijos, com os bolsos cheios para que não lhes falte nada, com a atenção e com um cuidado que transforma todos os lugares em lar.
As crianças percebem esta generosidade sem limites como um carinho tão desmedido que são cativados. E quando os avós estão distantes, as crianças não sentem faltam dos chocolates, mas sim do que eles significam: falar com os seus avós e escutar palavras de ânimo, amor e sabedoria.
No fim, os avós são os maiores fãs dos seus netos e os que mais reforçam a sua perseverança, os seus talentos, a sua determinação e os seus triunfos. E não há ninguém como os avós que perceba tão bem a atitude decidida dos seus netos, as suas canções favoritas e os seus olhos brilhantes impregnados de paixão.
Ninguém pode olhar para os netos com tanta ternura como os avós que deles cuidam, nem ninguém nunca conseguirá maravilhar-se tanto com o passar dos anos, assim como com a marca que vão deixando nos seus netos e que vai tomando forma.
Por isso, o cuidado dos avós reflecte um amor puro repleto de alegria e de objectivos. Um carinho que educa as crianças, que as protege de um modo único que nem sempre é compreensível, que é indescritível.
Esse é o motivo pelo qual os avós que cuidam dos seus netos deixam marcas inapagáveis na alma, um grande legado emocional. Porque todos aqueles caprichos e presentes, assim como aquelas vezes em que os avós foram rápidos demais para aliviar a dor dos seus netos, fizeram com que o crescimento destes fosse marcado por um amor pleno, puro e incondicional.

Número de pessoas que moram sozinhas cresce (e muito)

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE mostrou um aumento de 800 mil “moradores solitários” nos últimos dois anos


São Paulo – A população no Brasil cresce, mas os imóveis estão ficando cada vez menos “povoados”: entre 2009 e 2011, a densidade domiciliar no país apresentou queda, passando de 3,3 para 3,2 moradores em média, por domicílio.
Não só isso, os dados da PNAD, divulgados nesta sexta feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, de 2009 a 2011, 800 mil brasileiros se somaram aos 7 milhões que já moravam sozinhos. O aumento percentual no número de “moradores solitários” foi de 0,7%.
Essa não é a única novidade entre os moradores que preferem viver sozinhos. Em 2009, eles estavam mais concentrados na região Sudeste brasileira, que apresentava uma proporção de 13,1% de moradores sozinhos.
Já em 2011, a região Centro-Oeste aumentou em dois pontos percentuais o número de moradores e superou o sudeste com uma proporção de 13,8% dos domicílios com apenas um morador.


Os domicílios com dois moradores também tiveram um significante aumento proporcional: foram de 22,6% em 2009 para 23,9% em 2011. Fenômeno semelhante ocorreu em imóveis com três moradores, que, de 25,1% em 2009, passaram para 25,7% dois anos depois.
Para compensar, os imóveis com quatro moradores caíram proporcionalmente (de 22 para 21%), com cinco moradores foi de 10,5% para 9,7%. Domicílios particulares com mais de seis moradores também apresentaram queda.

Grupo de Amigos Cria uma Vila para Viverem Juntos até a Velhice


Quatro casais de amigos norte-americanos decidiram que queriam morar juntos até a velhice. E qual foi a ideia? Construir uma vila somente para eles, toda sustentável, em um lugar chamado Llano Exit Strategy, composto por quatro cabanas de frente ao rio Llano, no Texas. Cada uma dessas pequenas cabanas custou cerca de 40 mil dólares, e foram todas projetadas pelo arquiteto Matt Garcia.
As cabanas têm um design incrível e possuem muito conforto, com o interior totalmente feito de madeira. Ainda nessa proposta toda sustentável, os telhados coletam as águas da chuva em barris, chegando a encher quase 19 mil litros de água, e então podem ser reutilizadas depois!
Um dos amigos, Fred Zipp, diz: “É um lugar mágico, mas é árido. Estamos fazendo o que podemos para reservar água para árvores nativas e gramíneas”. E, em dias de calor, as paredes reflexivas impedem a entrada do calor, e assim é dispensável o uso de aparelhos de ar-condicionado.
E aí o que achou da ideia? Você faria algo parecido com seus amigos? 😉
Adaptado: O Tempo

Aposentado que precisa de cuidador tem direito ao adicional de 25%

Poucas pessoas sabem, mas idosos que necessitam de assistência permanente de outra pessoa têm direito a um acréscimo de 25% na aposentadoria, conforme estipula o art. 45, caput, da Lei 8.213/1991 (Lei de Benefícios da Previdência Social) e art. 45 do Decreto 3.048/1999 (Regulamento da Previdência Social).


Leia a matéria na íntegra: http://leonardopetro.jusbrasil.com.br/artigos/318243545/aposentado-que-precisa-de-cuidador-tem-direito-ao-adicional-de-25

Expectativa de vida do brasileiro ao nascer é de 75,5 anos, diz IBGE

O estado com a maior expectativa de vida é Santa Catarina; por outro lado, o Maranhão tem a menor taxa.



A expectativa de vida ao nascer no Brasil era de 75 anos 5 meses e 26 dias em 2015, um aumento 3 meses e 14 dias em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (1º).
As mulheres ganharam uma esperança de vida de 3 meses e 4 dias, passando de 78,8 anos, em 2014, para 79,1 anos, em 2015. Já os homens tem a expectativa de viver 71,9 anos, com um aumento um pouco maior: de 3 meses e 22 dias, saindo dos 71,6 anos do ano anterior.
O estado com a maior expectativa é Santa Catarina, tanto para mulheres, com 82,1 anos, quanto para os homens, com 75,4 anos - a média dos sexos fica em 78, 7 anos. O Espírito Santo é o segundo estado com a maior esperança de vida, com 77,9 anos, seguido por São Paulo, com 77,8 anos. O Distrito Federal está empatado no terceiro lugar, com o mesmo índice dos paulistas.
O Maranhão, por outro lado, tem a menor expectativa do Brasil, com uma previsão de 70,3 anos para ambos os sexos. Tais dados são utilizados pelo Governo Federal para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.


Leia a matéria na íntegra: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/expectativa-de-vida-do-brasileiro-ao-nascer-e-de-755-anos-diz-ibge.ghtml

Quer tranquilidade? cuidar de quem você ama, mesmo sem estar presente? A Filha&Cia tem a solução!


Gravidez de Risco?


Prevenção é a Solução

Não podemos esperar o pior acontecer, com o sistema de telecompanhia, podemos evitar sim o pior.

A Filha&Cia, além da Telecompanhia tem outros produtos e serviços para pessoas idosas, que moram sozinha, grávidas, crianças, enfim, para todas as pessoas, conheça em nosso site: www.filhaecia.com.br


Como Funciona o Sistema de Telecompanhia

O sistema de Telecompanhia é muito fácil de usar. Assista o vídeo demonstrativo.



segunda-feira, 23 de maio de 2016

Jogo de videogame vira ferramenta de diagnóstico da Doença de Alzheimer


Imagine um videogame que toda vez que for jogado vai estar contribuindo com a descoberta da cura do Alzheimer e que por isso passa a ser recomendado pela maior Ong de pesquisa da doença, em todo o mundo.

Imagine que ele já existe, pode ser usado por todas as pessoas como se fosse uma brincadeira de criança e que mesmo com todas as utilidades é gratuito para baixar.

Imaginou? Não imagine mais, ele existe e desde a semana passada já foi acessado por mais de 150 milhões de pessoas.

Sea Hero Quest é um jogo para celular criado por investigadores da Universidade de East Anglia, do Reino Unido, que desafia o jogador a viajar por várias partes do mundo procurando objetos perdidos.

O que os cientistas pretendem é que de forma descontraída e divertida as pessoas se coloquem à procura de memórias e o trajeto e a forma de busca-las se torne informações preciosas de como o cérebro se orienta em termos espaciais e como ele memoriza o caminho escolhido a seguir.

O idealizador do jogo é o doutor pesquisador em Neurociência da Universidade de Cambridge, Michael Hornberger, que nos últimos anos pesquisou as questões da área da demência em consequência do envelhecimento.

Numa entrevista que deu para o jornal The Washington Post, ele explicou que quer transformar este jogo numa ferramenta mundial para diagnóstico da doença de Alzheimer, porque é frequente os doentes perderem-se, mesmo em locais que lhes são muito familiares.

No Alzheimer, a principal doença neurodegenerativa que afeta os mais idosos, em todo o mundo, é a falta de memória e desorientação o principal problema.

A Alzheimer’s Research UK, a associação sem fins lucrativos sediada na Inglaterra, que apoia a investigação, declarou que se cada pessoa jogar durante dois minutos estará, em teoria, a fornecer o equivalente a 70 anos de informação laboratorial sobre memória espacial. O objetivo é que esta informação ajude os cientistas a perceber como é que uma mente saudável se orienta e no que é que difere de pessoas com demência.

A iniciativa contou com o apoio do neurocientista Hugo Spiers, da universidade College London, que é especialista em perceção espacial. “Este jogo pode ser uma ferramenta de diagnóstico disponível em todas as línguas, em todo o mundo”, disse Hugo Spiers.

No último ano, com o apoio da companhia de telecomunicações alemã, Deutsche Telekom, Michael Hornberger e Hugo Spiers e mais seis cientistas trabalharam na criação do jogo com a empresa Glitchers, usando ferramentas comumente utilizadas por médicos e cientistas: testes de memória e de percepção visual.

Até o final do ano os pesquisadores esperam ter um primeiro relatório sobre os dados recolhidos através do jogo. Eles esperam conduzir ensaios clínicos com base no jogo e assim começar a torná-lo uma ferramenta de diagnóstico.


Azeite de oliva ajuda a prevenir infartos cerebrais

Uma dieta rica em azeite de oliva pode proteger idosos dos infartos cerebrais, que são a terceira causa de morte nos Estados Unidos depois das doenças cardíacas e o câncer, segundo um estudo publicado pela revista “Journal of Neurology”.
Os infartos são mais comuns à medida que as pessoas envelhecem, quando o risco se duplica por cada década de vida depois dos 55 anos de idade, segundo a Associação Cardíaca Americano.

“Nossa pesquisa indica que deveriam emitir um novo conjunto de recomendações dietéticas para prevenir os infartos nos idosos de 65 anos”, disse a autora do estudo, Cecilia Samieri, da Universidade de Bordeaux e o Instituto Nacional de Pesquisa Médica.
“O azeite de oliva seria uma forma barata e fácil de ajudar a prevenir este tipo de doença”, diz a pesquisadora. Os cientistas revisaram os registros médicos de cerca de sete mil idosos de 65 anos, nas cidades francesas de Bordeaux, Dijon e Montpellier. Os pacientes, no início do estudo não tinham histórico de infartos.
Os participantes fizeram exames de acompanhamento dois, quatro e seis anos mais tarde e se registraram e verificaram os incidentes de infarto. Aos cinco anos tinham registrado entre esses pacientes 148 infartos.
Para o estudo se classificou o consumo de azeite de oliva nas categorias de “não uso”, “uso moderado”, “uso intensivo” o qual inclui o uso de azeite para cozinhar, como tempero ou com pão.
Após considerações sobre dieta, atividade física, índice de massa corporal e outros fatores de risco para o infarto, o estudo encontrou que quem tinha usado azeite de oliva, regularmente, para cozinhar ou como acompanhamento, mostrava um risco 41% menor de infarto comparado com quem jamais tinha usado azeite de oliva em sua dieta.
O estudo lembra que o consumo de azeite de oliva foi vinculado com efeitos beneficentes contra fatores de risco cardiovascular tais como diabetes, alta pressão sanguínea, colesterol alto e obesidade.

Conheça os cuidados com a pele necessários na 3ª idade

A pele das pessoas que estão na terceira idade, fragilizada por fatores internos e externos durante os anos, precisa de cuidados especiais que propiciem uma estética agradável à saúde do órgão.
Simão Pecher, dermatologista, explica que, ao envelhecer, a pele se torna menos espessa e mais ressecada. Isso ocorre, de acordo com o especialista, devido à redução progressiva de sua função e da capacidade de reserva de seu tecido, com atrofia do colágeno, redução da sua elasticidade e deficiência de hormônios.

O médico explica também que há dois fatores que resultam em envelhecimento cutâneo. Um é o intrínseco, que está ligado à herança genética, à raça, ao tipo de pele, ao sistema imunológico e às doenças que acometam a pessoa. O outro, extrínseco, tem como grande responsável o sol, mas também fazem parte da lista de ‘agressores’ a poluição, o fumo, a ingestão de álcool, o estresse, o tipo de trabalho e o uso de medicamentos.
E como chegar à terceira idade como uma pele bonita e saudável? O dermatologista diz que a idade para iniciar os tratamentos antissinais dependem do tipo de pele e dos fatores climáticos de onde o indivíduo vive.
“O seu dermatologista irá propor um tratamento preventivo antes que chegue à menopausa (mulheres) e andropausa (homens). Quanto mais cedo for a sua prevenção, melhor será sua longevidade cutânea”, diz o especialista.
Mercado de cosméticos
Alerta às necessidades desse público que vem crescendo – a expectativa de vida do brasileiro é de 73 anos-, o mercado cosmético começa a investir em produtos feitos para os que já passaram dos 60. É o caso da Natura, que aumentou a linha de produtos destinados à terceira idade, com o lançamento do Chronos 70+.
“Já possuíamos o Chronos 60+, mas cada idade tem uma necessidade específica e a Natura está sempre em evolução, fazendo novos estudos. A expectativa de vida está cada vez maior e essas mulheres querem produtos para ficar com a aparência melhor”, conta Andrea Costa, gerente de desenvolvimento de produtos da Natura.

Fonte: acritica.uol.com.br

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Idosos se exercitam brincando com a prática do gateball

Nilcéa Guidolin Zambon tem 68 anos de idade e uma característica inegável: adora falar. Frequentadora assídua do Clube do Idoso, ela chega ao local logo nas primeiras horas da manhã para iniciar alguma das nove atividades das quais participa. Às segundas e terças-feiras, seu tempo é dividido entre as partes interna e externa do clube: lá dentro, faz exercícios na academia; do lado de fora, pratica gateball. 
  


E foi justamente por ter ficado tempo demais conversando com o professor de ginástica depois da aula que ela se atrasou para a partida de gateball na última terça-feira. Na manhã nublada e de temperatura amena após uma noite chuvosa, idosos de variadas idades se espalhavam pela quadra pública da modalidade, montada pela Prefeitura no espaço localizado em frente ao Clube do Idoso, em Pinheiros. Quando Nilcéa chega, a partida já está em andamento, mas um dos jogadores havia saído para buscar a esposa em outro compromisso. Ela, então, assume seu lugar e antes da primeira tacada solta a pergunta: "O que eu faço com a (bola) 10, professor?" 
  
O professor, no caso, é Marcos Castro, 29, técnico da Secretaria Municipal de Esportes. Há sete meses, ele se dedica a ensinar gateball na quadra pública. As aulas são abertas a qualquer pessoa, mas os 16 alunos atuais são todos da terceira idade. Eles recebem os benefícios físicos, mentais e sociais que o esporte traz. Afinal, uma partida de gateball exige que o jogador crie estratégias, caminhe e se agache várias vezes, além de proporcionar novas amizades. "A ideia do jogo é dar qualidade de vida", diz. 
  
Esporte de origem japonesa, o gateball é disputado por 10 jogadores, divididos em duas equipes de cinco. A partida dura 30 minutos e tarefa de cada jogador consiste, basicamente, em fazer a bola passar por dentro dos três gates que compõem um circuito instalado na quadra e, depois, bater no pino central, acumulando pontos. 
  
Como capitão de uma das equipes, Marcos dá a orientação para a jogada de Nilcéa, que não é bem executada. Depois da partida, ela tem na ponta da língua a explicação para o erro. "Eu sou muito falante e a gente tem que se concentrar para esse jogo. Tanto é que eu cheguei despreparada e não acertei muito", diz, reconhecendo que a melhoria na concentração é o maior benefício que ela adquiriu ao longo dos 10 meses em que pratica a modalidade. 
  
O capitão do outro time era Simphoriano Martinez Filho, 59. Apontado pelos colegas como o melhor jogador da turma, ele nega o rótulo, afirmando ser apenas o que mais treina (além da quadra pública, pratica o esporte também na União Cultural Esportiva Nipo-Brasileira de Sorocaba, a Ucens). Mas não nega a posse de uma espécie de relógio de pulso, que serve como placar, onde vai cuidadosamente anotando os pontos. 
  
Entre uma piada e outra, o sorridente Martinez caminha pelo campo à vontade, com os calcanhares de fora do sapato. Enquanto observa o jogo e orienta os companheiros, roda o taco pelas mãos com a intimidade de quem se dedica ao jogo com paixão há um ano e meio. "Eu vim ao Clube do Idoso e estavam brincando aqui. Eu entrei, comecei a brincar e gostei. É como se fosse uma droga: depois que entra no sangue, é duro de escapar", lembra, comparando a atividade a uma espécie de vício do bem. 
  
Passados os 30 minutos, a equipe dele é a vencedora do jogo. O próprio capitão é o responsável pela última jogada, acertando a bola no pino central e acumulando mais pontos. Sem comemorações ou lamentações, vencer ou perder parece ser o que menos importa aos jogadores. E cabe justamente a Martinez, o que mais acumula vitórias, explicar o sentido que o jogo tem para aquela turma: "O mais importante é o sorriso, porque sem o sorriso ninguém faz nada." 
  
SERVIÇO 
  
Aulas gratuitas de gateball (para todas as idades) 
  
Local: Quadra pública em frente ao Clube do Idoso (ao lado do Centro Esportivo de Pinheiros) 
  
Datas: segundas e terças-feiras, das 8h às 10h 



http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/701190/idosos-se-exercitam-brincando-com-a-pratica-do-gateball

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Dor no quadril em idosos – quando antes procurar ajuda melhor!


Dor no quadril em idosos, como procurar ajuda?
Andar, subir ou descer escadas, agachar, cruzar as pernas, calçar o sapato, trocar de roupas… Atividades simples do dia-a-dia podem contribuir para que aquela dor no quadril recorrente e em alguns casos até irradiação para coxa e joelho, causando uma sensação de incômodo e perda de força. Este quadro pode piorar com o passar dos anos, principalmente se for deixada de lado por tempo prolongado. Além disso, dados divulgados pela International Osteoporosis Foundation (Fundação Internacional de Osteoporose) revelam que pessoas com osteoporose ou simplesmente osteopenia têm uma chance maior de desenvolver problemas de quadril. Vale ressaltar que muitos pacientes da terceira idade acabam evoluindo para colocação de prótese de quadril quando a dor é muito intensa! Entretanto, existem muitas opções não-cirúrgicas para as condições crônicas de quadril como impacto femoroacetabular, osteoartrose, artrose ou até mesmo artrite! A prótese ou a cirurgia deveriam ser sempre a última opção devido aos resultados amplamente controversos!

PROBLEMAS MAIS FREQUENTES:
Se você notou um desconforto na região dos quadris, não hesite em procurar um fisioterapeuta ou médico para que seja feita um diagnóstico disfuncional e inicie o tratamento. As causas que mais acometem homens e mulheres são:
Bursite TrocantéricaCorresponde a uma inflamação da bolsa que está presente lateralmente ao fêmur em sua parte proximal e ocorre devido a um atrito de um tecido fibroso da coxa sobre o osso.
TendinopatiasPode ser uma inflamação ou até mesmo um processo degenerativo de alguns tendões em torno do quadril. Essa dor causada pela tendinopatia limita o movimento do paciente, o que dificulta realizar as tarefas do dia a dia.
OsteonecroseQuando há morte de células ósseas provocadas quando ocorre uma interrupção do aporte sanguíneo ao fêmur. A pessoa pode chegar a perder seus movimentos.
FraturasAs fraturas são mais frequentes em mulheres acima de 65 anos, tendo as quedas como principal motivo.
Tratamento & PrevençãoDependendo da gravidade, o paciente pode se submeter a uma cirurgia ou tratar a doença por meio da fisioterapia. O tratamento fisioterapêutico corresponde a diversas sessões que devem objetivar o ganho de mobilidade, relaxamento muscular, ganho de força e propriocepção. Além disso, é importante que durante ou após o tratamento, o paciente associe caminhadas e o exercícios físicos para manter a integridade desta articulação. Aposte em uma vida saudável e previna doenças do quadril.
Responsável pelo texto: Prof. Dr Thiago Fukuda – Diretor do Instituto TRATA – Joelho e Quadril

10 SINAIS OCULTOS DE ALZHEIMER QUE TODOS IGNORAM (E COMO SE PROTEGER DA DOENÇA)

O mal de Alzheimer se desenvolve lentamente e, por isso, muitas famílias acabam não sabendo se o problema de esquecimento é resultado da doença ou é apenas a velhice.
Deborah Halpern, pertencente a uma entidade de cuidadores em Kensington, Maryland, nos Estados Unidos, faz a seguinte comparação:

“Uma pessoa bastante idosa pode esquecer frequentemente onde deixou as chaves.
Mas alguém que sofre com Alzheimer, quando encontra o que está perdido, não faz ideia do que se trata”.
Quer que a gente esclareça melhor?
Veja os sinais de alerta para esta terrível doença:
1. Perda de memória: esquecer ocasionalmente nomes é normal, mas quem tem Alzheimer esquece cada vez mais coisas ao longo do tempo.
2. Dificuldade em realizar tarefas do cotidiano.
3. Problemas com a linguagem: o vocabulário fica cada vez mais curto e difícil de compreender.4. Sensação de que está perdido e sozinho, mesmo em meio à família.
5. Comportamentos estranhos, como sair de casa com roupas íntimas.
6. Passividade: quem sofre de Alzheimer tende a esquecer as coisas que gostava de fazer e acaba ficando muito tempo sentado em frente à televisão.
7. Problemas de raciocínio para executar simples tarefas, como usar um cartão de crédito ou preencher uma folha de cheque.
8. Perda do senso, como colocar as chaves no congelador.
9. Mudança repentina de humor, indo da calma à fúria sem nenhum motivo.
10. Tristeza cada vez maior.
Quer saber como podemos prevenir esse mal?
A melhor coisa a se fazer é estimular a mente.
Jogos como xadrez e palavras-cruzadas ajudam


http://dicasminhas.info/10-sinais-ocultos-de-alzheimer-que-todos-ignoram-e-como-se-proteger-da-doenca/?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=Postcron.com


terça-feira, 3 de maio de 2016

Envelhecimento ativo debate os distúrbios psicológicos mais comuns em idosos

Os participantes do Curso de Envelhecimento Ativo participam nesta segunda (02), às 14 horas, da palestra “Distúrbios psicológicos mais comuns em idosos” com o neuropsicólogo Jerônimo Veras.

Conforme relata Veras, nos últimos 50 anos não só a expectativa de vida aumentou (em 1960 era de 54 anos e 2010 de 73 anos), mas principalmente a expectativa da vida também cresceu, ou seja, as pessoas fazem mais planos, estudam, viajam e trabalham. “Apesar de enfrentarem dificuldades – familiares, financeiras, na saúde -, estão vivendo mais e com melhor qualidade”, diz Jerônimo Veras.
Segundo os resultados do Censo de 2010 (IBGE), o grupo das pessoas com mais de 60 anos foi o que mais cresceu na última década, correspondendo a 12% da população brasileira, sendo mais de 20 milhões de pessoas.
O detalhe: é que, segundo Veras, muitos deles são responsáveis financeiramente pelo domicílio que residem, tendo sob seus cuidados filhos, netos e outros parentes. “A tendência é que assumam, cada vez mais, um papel de destaque na sociedade brasileira, transformando-se numa força trabalhadora, eleitoral e de consumo, influenciando mais decisivamente não só nas decisões políticas, mas também na produção e serviços oferecidos.”
E prossegue: “Provavelmente teremos então produtos mais saudáveis nas prateleiras dos supermercados, programas de televisão com entretenimento e informação responsáveis, edificações e vias públicas adaptadas, além de uma maior cobrança das políticas públicas (saúde, educação, transporte, segurança).”
Os encontros do Geasc ocorrem sempre as segundas, das 14h às 16h, no Centro de Estudos Professor Lourival de Melo Mota. O centro de estudos localiza-se no complexo hospitalar da Santa Casa de Maceió na Rua Barão de Maceió.
O projeto é gratuito e voltado para homens e mulheres com mais de 60 anos de idade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (82) 2123-6037.
Fonte: Ascom Santa Casa

quinta-feira, 28 de abril de 2016

ATENÇÂO PARANÁ. Unidades de Saúde abrem sábado para vacinar contra gripe

Dia D contra a gripe acontece neste sábado (30) e todas as Unidades de Saúde do Paraná estarão abertas, entre 8 e 17 horas, para vacinar a população.
O Dia D contra a gripe acontece em todo o Brasil neste sábado (30). As Unidades de Saúde no Paraná estarão abertas das 8 às 17 horas para vacinar a população dentro dos grupos de risco determinados na campanha. A vacina protege contra os vírus da Influenza A (H1N1), Influenza B e H3N2, que circularam no país no último ano. 
“Todos os municípios devem participar do Dia D e manter pelo menos um ponto de atendimento aberto no sábado (30). O cidadão deve verificar a Unidade mais próxima de sua residência que irá participar da ação”, diz o coordenador estadual de Imunização, João Luís Crivellaro.
Pessoas com mais de 60 anos, crianças de seis meses até cinco anos incompletos, gestantes, mulheres que deram a luz nos últimos 45 dias e portadores de doenças crônicas podem procurar a Unidade de Saúde mais próxima para se vacinar. A campanha também atinge outros públicos de risco, como trabalhadores de saúde, população indígena e privados de liberdade.
Desde o início da mobilização, na segunda-feira (25), o Paraná já aplicou 359 mil doses da vacina. A meta é vacinar mais de 80% da população de risco, que totalizam mais de 2 milhões de cidadãos no Estado até o fim da campanha, no dia 20 de maio.

Cuidados
Mesmo com a imunização, os cuidados para prevenir a doença devem continuar. A Secretaria da Saúde recomenda a lavagem frequente das mãos com água e sabão principalmente depois de tossir ou espirrar e ao chegar da rua. Outra recomendação é cobrir a boca e o nariz com um lenço descartável quando for tossir ou espirrar. 
Os objetos e superfícies que entram em contato constante com as mãos, como mesas, teclados, maçanetas e corrimãos, devem ser limpos com álcool. Objetos de uso pessoal, copos, talheres e alimentos não devem ser compartilhados.
“Mesmo com a baixa das temperaturas, é necessário manter os ambientes sempre abertos e bem ventilados. As pessoas também devem evitar a permanência em ambientes fechados e com aglomeração de pessoas”, indica Crivellaro.

Atualização
Desde janeiro deste ano até esta quarta-feira (27), o Paraná já registrou 131 casos de Influenza. Desses casos, 104 são de gripe A (H1N1). Os casos de H1N1 estão espalhados por 15 Regionais de Saúde (RS) no Estado.
A Secretaria da Saúde confirmou três novos óbitos por gripe no Estado. Agora, no total, são oito mortes por H1N1 no Paraná – mais uma em Foz do Iguaçu, outra no município de Marmeleiro, na região sudoeste, e em Cornélio Procópio. Outro óbito em Foz do Iguaçu, além dos de Maringá, Quitandinha, São José dos Pinhais e Umuarama já tinha sido confirmados nas semanas anteriores.

Humanização do atendimento em saúde se mostra essencial ao bem estar emocional de pacientes

Susto, medo, ansiedade e choque são reações de pacientes e familiares quando da necessidade de internação para tratamento que podem ser amenizadas com a humanização dos serviços


Às vezes falta o básico: médicos, leitos e medicação... Diversos problemas na rotina das instituiçõesde saúde dificultam a universalidade, integralidade e equidade que direcionam o Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo assim não se pode abandonar a dimensão emocional no contexto de um problema de saúde, por si só fator estressor tanto para o paciente quanto para seus familiares. Situações como essa, de dificuldade de acesso, inclusive, amplificam a importância da humanização dos serviços de saúde no Brasil, que, desde 2004, conta com uma Política Nacional de Humanização, elaborada pelo Ministério da Saúde, com o objetivo de qualificar práticas de gestão e de atenção em saúde.

A internação é um desses momentos mais críticos. Isso porque ela aciona um “sistema de alarme”, um sinal de que “algo não vai bem”. “Aciona a imprevisibilidade, uma situação inesperada. Consequentemente, as reações de susto, medo, ansiedade e choque são esperadas e naturais. Isso muda a rotina do sujeito e mobiliza uma adaptação a essa nova realidade”, explica Maria Emídia de Melo Coelho, especialista em Psicologia Hospitalar e Luto e coordenadora e professora no curso de Tanatologia e cuidados paliativos da Sociedade de Tanatologia e Cuidado Paliativo de Minas Gerais (Sotamig).

A princípio, hospitais deveriam ser ambiente de acolhimento e intervenções médicas, onde se recebe cuidado especial e, dependendo da situação, a pessoa é atendida por profissionais de diversas especialidades. No entanto, segundo Maria Emídia, o hospital é visto como um ambiente hostil, impessoal, ameaçador, muitas vezes, invasivo, onde o ritmo de vida é interrompido sob um clima de medos e expectativas. “A internação provoca um impacto na dinâmica individual e da família, acompanhado de grande vulnerabilidade. Há também uma despersonalização, onde a pessoa passa a ser tratada pelo número de seu prontuário e não pelo seu nome, ficando, assim, destituída de sua condição de sujeito, que carrega consigo uma história de vida”, explica Maria Emídia, também mestre em ciências da religião.

Leia a matéria na íntegra: http://sites.correioweb.com.br/app/50,114/2016/04/27/noticia_saudeplena,156563/humanizacao-do-atendimento-em-saude-se-mostra-essencial-ao-bem-estar-e.shtml

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Instituição oferece cursos e a oportunidade de idosos retomarem os estudos

No última semana, uma turma animada de calouros começou a circular pelos corredores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), mas se engana quem pensa que os novos alunos são jovens recém-formados no ensino médio. No dia 11 de abril, começaram as aulas da Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), um projeto da UFPel, que tem como objetivo inserir o público com mais de 60 anos no universo acadêmico.
Participam da iniciativa professores e servidores da instituição, que trabalham para melhorar aqualidade de vida do público idoso, além de estimular essas pessoas a continuarem estudando. Para a assessora da reitoria da universidade, Lorena Gill, o projeto visa, principalmente, resgatar a autoestima dos alunos, fazendo com que se sintam integrados à nova comunidade.
Leia a matéria na integra: http://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/04/20/1138462/universidade-terceira-idade-quer-recuperar-auto-estima-alunos.html

Após petição, psicóloga convence aéreas a oferecer serviço para idosos

Diagnosticada com mal de Alzheimer, a mãe da psicóloga Mônica Mastrantonio, Maria Lúcia, de 70 anos, precisa de companhia quase que o tempo todo. A doença afetou a memória e também o senso de direção da aposentada. Viajar, por exemplo, só se tiver alguém capaz de guia-la.

Essa dificuldade ficou mais evidente em outubro de 2015 quando Mônica precisou que a mãe, que mora em Londrina, no norte do Paraná, viajasse para São Paulo para uma consulta médica.

Ao comprar passagens de avião ela descobriu que as companhias aéreas nacionais não ofereciam serviço para auxiliar idosos no embarque e desembarque. Mônica conta que na época procurou nos sites e ligou nas centrais de atendimento para saber se havia um serviço de acompanhante para idoso, mas todas as empresas só ajudavam crianças.

Naquele momento a preocupação foi imediata, e aí surgiu a ideia. A psicóloga decidiu criar umapetição online para convencer as aéreas a oferecer um serviço parecido com o que já é ofertado para crianças que viajam sozinhas. Cinco meses depois, em março de 2016, com 33 mil assinaturas, Mônica atingiu o objetivo.
Se em outubro Mônica precisou comprar passagens áreas para uma pessoa ir junto com a mãe para São Paulo, na viagem no fim de março, a aposentada contou com a ajuda de um funcionário da Gol Linhas Aéreas para leva-la do guichê de passagens até o avião, e da aeronave até o saguão de desembarque, onde a psicóloga estava esperando.
“No dia, a minha mãe disse que gostou e que as pessoas que a ajudaram a trataram muito bem. Em um país cuja população está envelhecendo, a população de idosos só aumenta, esse tipo de serviço é muito necessário. Fico muito feliz em ver que um abaixo-assinado virtual teve resultado positivo. Não esperava que fosse tão rápido, que milhares de pessoas se mobilizassem pela causa”, pontua Mônica Mastrantonio.
Leia a notícia na íntegra:
http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2016/04/apos-peticao-psicologa-convence-aereas-oferecer-servico-para-idosos.html