segunda-feira, 23 de maio de 2016
Azeite de oliva ajuda a prevenir infartos cerebrais
Uma dieta rica em azeite de oliva pode proteger idosos dos infartos cerebrais, que são a terceira causa de morte nos Estados Unidos depois das doenças cardíacas e o câncer, segundo um estudo publicado pela revista “Journal of Neurology”.
Os infartos são mais comuns à medida que as pessoas envelhecem, quando o risco se duplica por cada década de vida depois dos 55 anos de idade, segundo a Associação Cardíaca Americano.
“Nossa pesquisa indica que deveriam emitir um novo conjunto de recomendações dietéticas para prevenir os infartos nos idosos de 65 anos”, disse a autora do estudo, Cecilia Samieri, da Universidade de Bordeaux e o Instituto Nacional de Pesquisa Médica.
“O azeite de oliva seria uma forma barata e fácil de ajudar a prevenir este tipo de doença”, diz a pesquisadora. Os cientistas revisaram os registros médicos de cerca de sete mil idosos de 65 anos, nas cidades francesas de Bordeaux, Dijon e Montpellier. Os pacientes, no início do estudo não tinham histórico de infartos.
Os participantes fizeram exames de acompanhamento dois, quatro e seis anos mais tarde e se registraram e verificaram os incidentes de infarto. Aos cinco anos tinham registrado entre esses pacientes 148 infartos.
Para o estudo se classificou o consumo de azeite de oliva nas categorias de “não uso”, “uso moderado”, “uso intensivo” o qual inclui o uso de azeite para cozinhar, como tempero ou com pão.
Após considerações sobre dieta, atividade física, índice de massa corporal e outros fatores de risco para o infarto, o estudo encontrou que quem tinha usado azeite de oliva, regularmente, para cozinhar ou como acompanhamento, mostrava um risco 41% menor de infarto comparado com quem jamais tinha usado azeite de oliva em sua dieta.
O estudo lembra que o consumo de azeite de oliva foi vinculado com efeitos beneficentes contra fatores de risco cardiovascular tais como diabetes, alta pressão sanguínea, colesterol alto e obesidade.
Conheça os cuidados com a pele necessários na 3ª idade
A pele das pessoas que estão na terceira idade, fragilizada por fatores internos e externos durante os anos, precisa de cuidados especiais que propiciem uma estética agradável à saúde do órgão.
Simão Pecher, dermatologista, explica que, ao envelhecer, a pele se torna menos espessa e mais ressecada. Isso ocorre, de acordo com o especialista, devido à redução progressiva de sua função e da capacidade de reserva de seu tecido, com atrofia do colágeno, redução da sua elasticidade e deficiência de hormônios.
O médico explica também que há dois fatores que resultam em envelhecimento cutâneo. Um é o intrínseco, que está ligado à herança genética, à raça, ao tipo de pele, ao sistema imunológico e às doenças que acometam a pessoa. O outro, extrínseco, tem como grande responsável o sol, mas também fazem parte da lista de ‘agressores’ a poluição, o fumo, a ingestão de álcool, o estresse, o tipo de trabalho e o uso de medicamentos.
E como chegar à terceira idade como uma pele bonita e saudável? O dermatologista diz que a idade para iniciar os tratamentos antissinais dependem do tipo de pele e dos fatores climáticos de onde o indivíduo vive.
“O seu dermatologista irá propor um tratamento preventivo antes que chegue à menopausa (mulheres) e andropausa (homens). Quanto mais cedo for a sua prevenção, melhor será sua longevidade cutânea”, diz o especialista.
“O seu dermatologista irá propor um tratamento preventivo antes que chegue à menopausa (mulheres) e andropausa (homens). Quanto mais cedo for a sua prevenção, melhor será sua longevidade cutânea”, diz o especialista.
Mercado de cosméticos
Alerta às necessidades desse público que vem crescendo – a expectativa de vida do brasileiro é de 73 anos-, o mercado cosmético começa a investir em produtos feitos para os que já passaram dos 60. É o caso da Natura, que aumentou a linha de produtos destinados à terceira idade, com o lançamento do Chronos 70+.
“Já possuíamos o Chronos 60+, mas cada idade tem uma necessidade específica e a Natura está sempre em evolução, fazendo novos estudos. A expectativa de vida está cada vez maior e essas mulheres querem produtos para ficar com a aparência melhor”, conta Andrea Costa, gerente de desenvolvimento de produtos da Natura.
Fonte: acritica.uol.com.br
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Idosos se exercitam brincando com a prática do gateball
Nilcéa Guidolin Zambon tem 68 anos de idade e uma característica inegável: adora falar. Frequentadora assídua do Clube do Idoso, ela chega ao local logo nas primeiras horas da manhã para iniciar alguma das nove atividades das quais participa. Às segundas e terças-feiras, seu tempo é dividido entre as partes interna e externa do clube: lá dentro, faz exercícios na academia; do lado de fora, pratica gateball.
E foi justamente por ter ficado tempo demais conversando com o professor de ginástica depois da aula que ela se atrasou para a partida de gateball na última terça-feira. Na manhã nublada e de temperatura amena após uma noite chuvosa, idosos de variadas idades se espalhavam pela quadra pública da modalidade, montada pela Prefeitura no espaço localizado em frente ao Clube do Idoso, em Pinheiros. Quando Nilcéa chega, a partida já está em andamento, mas um dos jogadores havia saído para buscar a esposa em outro compromisso. Ela, então, assume seu lugar e antes da primeira tacada solta a pergunta: "O que eu faço com a (bola) 10, professor?"
O professor, no caso, é Marcos Castro, 29, técnico da Secretaria Municipal de Esportes. Há sete meses, ele se dedica a ensinar gateball na quadra pública. As aulas são abertas a qualquer pessoa, mas os 16 alunos atuais são todos da terceira idade. Eles recebem os benefícios físicos, mentais e sociais que o esporte traz. Afinal, uma partida de gateball exige que o jogador crie estratégias, caminhe e se agache várias vezes, além de proporcionar novas amizades. "A ideia do jogo é dar qualidade de vida", diz.
Esporte de origem japonesa, o gateball é disputado por 10 jogadores, divididos em duas equipes de cinco. A partida dura 30 minutos e tarefa de cada jogador consiste, basicamente, em fazer a bola passar por dentro dos três gates que compõem um circuito instalado na quadra e, depois, bater no pino central, acumulando pontos.
Como capitão de uma das equipes, Marcos dá a orientação para a jogada de Nilcéa, que não é bem executada. Depois da partida, ela tem na ponta da língua a explicação para o erro. "Eu sou muito falante e a gente tem que se concentrar para esse jogo. Tanto é que eu cheguei despreparada e não acertei muito", diz, reconhecendo que a melhoria na concentração é o maior benefício que ela adquiriu ao longo dos 10 meses em que pratica a modalidade.
O capitão do outro time era Simphoriano Martinez Filho, 59. Apontado pelos colegas como o melhor jogador da turma, ele nega o rótulo, afirmando ser apenas o que mais treina (além da quadra pública, pratica o esporte também na União Cultural Esportiva Nipo-Brasileira de Sorocaba, a Ucens). Mas não nega a posse de uma espécie de relógio de pulso, que serve como placar, onde vai cuidadosamente anotando os pontos.
Entre uma piada e outra, o sorridente Martinez caminha pelo campo à vontade, com os calcanhares de fora do sapato. Enquanto observa o jogo e orienta os companheiros, roda o taco pelas mãos com a intimidade de quem se dedica ao jogo com paixão há um ano e meio. "Eu vim ao Clube do Idoso e estavam brincando aqui. Eu entrei, comecei a brincar e gostei. É como se fosse uma droga: depois que entra no sangue, é duro de escapar", lembra, comparando a atividade a uma espécie de vício do bem.
Passados os 30 minutos, a equipe dele é a vencedora do jogo. O próprio capitão é o responsável pela última jogada, acertando a bola no pino central e acumulando mais pontos. Sem comemorações ou lamentações, vencer ou perder parece ser o que menos importa aos jogadores. E cabe justamente a Martinez, o que mais acumula vitórias, explicar o sentido que o jogo tem para aquela turma: "O mais importante é o sorriso, porque sem o sorriso ninguém faz nada."
SERVIÇO
Aulas gratuitas de gateball (para todas as idades)
Local: Quadra pública em frente ao Clube do Idoso (ao lado do Centro Esportivo de Pinheiros)
Datas: segundas e terças-feiras, das 8h às 10h
http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/701190/idosos-se-exercitam-brincando-com-a-pratica-do-gateball
E foi justamente por ter ficado tempo demais conversando com o professor de ginástica depois da aula que ela se atrasou para a partida de gateball na última terça-feira. Na manhã nublada e de temperatura amena após uma noite chuvosa, idosos de variadas idades se espalhavam pela quadra pública da modalidade, montada pela Prefeitura no espaço localizado em frente ao Clube do Idoso, em Pinheiros. Quando Nilcéa chega, a partida já está em andamento, mas um dos jogadores havia saído para buscar a esposa em outro compromisso. Ela, então, assume seu lugar e antes da primeira tacada solta a pergunta: "O que eu faço com a (bola) 10, professor?"
O professor, no caso, é Marcos Castro, 29, técnico da Secretaria Municipal de Esportes. Há sete meses, ele se dedica a ensinar gateball na quadra pública. As aulas são abertas a qualquer pessoa, mas os 16 alunos atuais são todos da terceira idade. Eles recebem os benefícios físicos, mentais e sociais que o esporte traz. Afinal, uma partida de gateball exige que o jogador crie estratégias, caminhe e se agache várias vezes, além de proporcionar novas amizades. "A ideia do jogo é dar qualidade de vida", diz.
Esporte de origem japonesa, o gateball é disputado por 10 jogadores, divididos em duas equipes de cinco. A partida dura 30 minutos e tarefa de cada jogador consiste, basicamente, em fazer a bola passar por dentro dos três gates que compõem um circuito instalado na quadra e, depois, bater no pino central, acumulando pontos.
Como capitão de uma das equipes, Marcos dá a orientação para a jogada de Nilcéa, que não é bem executada. Depois da partida, ela tem na ponta da língua a explicação para o erro. "Eu sou muito falante e a gente tem que se concentrar para esse jogo. Tanto é que eu cheguei despreparada e não acertei muito", diz, reconhecendo que a melhoria na concentração é o maior benefício que ela adquiriu ao longo dos 10 meses em que pratica a modalidade.
O capitão do outro time era Simphoriano Martinez Filho, 59. Apontado pelos colegas como o melhor jogador da turma, ele nega o rótulo, afirmando ser apenas o que mais treina (além da quadra pública, pratica o esporte também na União Cultural Esportiva Nipo-Brasileira de Sorocaba, a Ucens). Mas não nega a posse de uma espécie de relógio de pulso, que serve como placar, onde vai cuidadosamente anotando os pontos.
Entre uma piada e outra, o sorridente Martinez caminha pelo campo à vontade, com os calcanhares de fora do sapato. Enquanto observa o jogo e orienta os companheiros, roda o taco pelas mãos com a intimidade de quem se dedica ao jogo com paixão há um ano e meio. "Eu vim ao Clube do Idoso e estavam brincando aqui. Eu entrei, comecei a brincar e gostei. É como se fosse uma droga: depois que entra no sangue, é duro de escapar", lembra, comparando a atividade a uma espécie de vício do bem.
Passados os 30 minutos, a equipe dele é a vencedora do jogo. O próprio capitão é o responsável pela última jogada, acertando a bola no pino central e acumulando mais pontos. Sem comemorações ou lamentações, vencer ou perder parece ser o que menos importa aos jogadores. E cabe justamente a Martinez, o que mais acumula vitórias, explicar o sentido que o jogo tem para aquela turma: "O mais importante é o sorriso, porque sem o sorriso ninguém faz nada."
SERVIÇO
Aulas gratuitas de gateball (para todas as idades)
Local: Quadra pública em frente ao Clube do Idoso (ao lado do Centro Esportivo de Pinheiros)
Datas: segundas e terças-feiras, das 8h às 10h
http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/701190/idosos-se-exercitam-brincando-com-a-pratica-do-gateball
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Dor no quadril em idosos – quando antes procurar ajuda melhor!
Dor no quadril em idosos, como procurar ajuda?
Andar, subir ou descer escadas, agachar, cruzar as pernas, calçar o sapato, trocar de roupas… Atividades simples do dia-a-dia podem contribuir para que aquela dor no quadril recorrente e em alguns casos até irradiação para coxa e joelho, causando uma sensação de incômodo e perda de força. Este quadro pode piorar com o passar dos anos, principalmente se for deixada de lado por tempo prolongado. Além disso, dados divulgados pela International Osteoporosis Foundation (Fundação Internacional de Osteoporose) revelam que pessoas com osteoporose ou simplesmente osteopenia têm uma chance maior de desenvolver problemas de quadril. Vale ressaltar que muitos pacientes da terceira idade acabam evoluindo para colocação de prótese de quadril quando a dor é muito intensa! Entretanto, existem muitas opções não-cirúrgicas para as condições crônicas de quadril como impacto femoroacetabular, osteoartrose, artrose ou até mesmo artrite! A prótese ou a cirurgia deveriam ser sempre a última opção devido aos resultados amplamente controversos!
PROBLEMAS MAIS FREQUENTES:
Se você notou um desconforto na região dos quadris, não hesite em procurar um fisioterapeuta ou médico para que seja feita um diagnóstico disfuncional e inicie o tratamento. As causas que mais acometem homens e mulheres são:
Bursite TrocantéricaCorresponde a uma inflamação da bolsa que está presente lateralmente ao fêmur em sua parte proximal e ocorre devido a um atrito de um tecido fibroso da coxa sobre o osso.
TendinopatiasPode ser uma inflamação ou até mesmo um processo degenerativo de alguns tendões em torno do quadril. Essa dor causada pela tendinopatia limita o movimento do paciente, o que dificulta realizar as tarefas do dia a dia.
OsteonecroseQuando há morte de células ósseas provocadas quando ocorre uma interrupção do aporte sanguíneo ao fêmur. A pessoa pode chegar a perder seus movimentos.
FraturasAs fraturas são mais frequentes em mulheres acima de 65 anos, tendo as quedas como principal motivo.
Tratamento & PrevençãoDependendo da gravidade, o paciente pode se submeter a uma cirurgia ou tratar a doença por meio da fisioterapia. O tratamento fisioterapêutico corresponde a diversas sessões que devem objetivar o ganho de mobilidade, relaxamento muscular, ganho de força e propriocepção. Além disso, é importante que durante ou após o tratamento, o paciente associe caminhadas e o exercícios físicos para manter a integridade desta articulação. Aposte em uma vida saudável e previna doenças do quadril.
Responsável pelo texto: Prof. Dr Thiago Fukuda – Diretor do Instituto TRATA – Joelho e Quadril
10 SINAIS OCULTOS DE ALZHEIMER QUE TODOS IGNORAM (E COMO SE PROTEGER DA DOENÇA)
O mal de Alzheimer se desenvolve lentamente e, por isso, muitas famílias acabam não sabendo se o problema de esquecimento é resultado da doença ou é apenas a velhice.
Deborah Halpern, pertencente a uma entidade de cuidadores em Kensington, Maryland, nos Estados Unidos, faz a seguinte comparação:
“Uma pessoa bastante idosa pode esquecer frequentemente onde deixou as chaves.
Mas alguém que sofre com Alzheimer, quando encontra o que está perdido, não faz ideia do que se trata”.
Quer que a gente esclareça melhor?
Veja os sinais de alerta para esta terrível doença:
1. Perda de memória: esquecer ocasionalmente nomes é normal, mas quem tem Alzheimer esquece cada vez mais coisas ao longo do tempo.
2. Dificuldade em realizar tarefas do cotidiano.
3. Problemas com a linguagem: o vocabulário fica cada vez mais curto e difícil de compreender.4. Sensação de que está perdido e sozinho, mesmo em meio à família.
5. Comportamentos estranhos, como sair de casa com roupas íntimas.
6. Passividade: quem sofre de Alzheimer tende a esquecer as coisas que gostava de fazer e acaba ficando muito tempo sentado em frente à televisão.
7. Problemas de raciocínio para executar simples tarefas, como usar um cartão de crédito ou preencher uma folha de cheque.
8. Perda do senso, como colocar as chaves no congelador.
9. Mudança repentina de humor, indo da calma à fúria sem nenhum motivo.
10. Tristeza cada vez maior.
Quer saber como podemos prevenir esse mal?
A melhor coisa a se fazer é estimular a mente.
Jogos como xadrez e palavras-cruzadas ajudam
http://dicasminhas.info/10-sinais-ocultos-de-alzheimer-que-todos-ignoram-e-como-se-proteger-da-doenca/?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=Postcron.com
terça-feira, 3 de maio de 2016
Envelhecimento ativo debate os distúrbios psicológicos mais comuns em idosos
Os participantes do Curso de Envelhecimento Ativo participam nesta segunda (02), às 14 horas, da palestra “Distúrbios psicológicos mais comuns em idosos” com o neuropsicólogo Jerônimo Veras.
Conforme relata Veras, nos últimos 50 anos não só a expectativa de vida aumentou (em 1960 era de 54 anos e 2010 de 73 anos), mas principalmente a expectativa da vida também cresceu, ou seja, as pessoas fazem mais planos, estudam, viajam e trabalham. “Apesar de enfrentarem dificuldades – familiares, financeiras, na saúde -, estão vivendo mais e com melhor qualidade”, diz Jerônimo Veras.
Segundo os resultados do Censo de 2010 (IBGE), o grupo das pessoas com mais de 60 anos foi o que mais cresceu na última década, correspondendo a 12% da população brasileira, sendo mais de 20 milhões de pessoas.
O detalhe: é que, segundo Veras, muitos deles são responsáveis financeiramente pelo domicílio que residem, tendo sob seus cuidados filhos, netos e outros parentes. “A tendência é que assumam, cada vez mais, um papel de destaque na sociedade brasileira, transformando-se numa força trabalhadora, eleitoral e de consumo, influenciando mais decisivamente não só nas decisões políticas, mas também na produção e serviços oferecidos.”
E prossegue: “Provavelmente teremos então produtos mais saudáveis nas prateleiras dos supermercados, programas de televisão com entretenimento e informação responsáveis, edificações e vias públicas adaptadas, além de uma maior cobrança das políticas públicas (saúde, educação, transporte, segurança).”
Os encontros do Geasc ocorrem sempre as segundas, das 14h às 16h, no Centro de Estudos Professor Lourival de Melo Mota. O centro de estudos localiza-se no complexo hospitalar da Santa Casa de Maceió na Rua Barão de Maceió.
O projeto é gratuito e voltado para homens e mulheres com mais de 60 anos de idade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (82) 2123-6037.
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